So, 1, 2, 3 and here we go!
23/09, 24/09
Acordei. Onde estou, hein? Que horas são? Lua no céu escuro. Que bom. Hora de comer alguma coisa. Ouvir música. Detran. Psicotécnico. Nossa, dificííílimo...! Trabalho a apresentar. Faculdade. Cidadão Kane. Festênha. Cervejas. Papo voando no telhado. Chuva que molha. Chuva que venta. Chuva que fura nossos olhos com guarda-chuvas quebrados. Sanduíche gostoso. Forrar o estômago, né? Gostou do meu brinco, querida? Bem, fazer um alto trabalho alto agora. Esta porra vai dar merda. Ônibus. Tava muito apertado. Saltei na alvorada. Pasme, meu direito de urinar custa 60 centavos. Desfrutei muito bem. Home sweet home alabama. "Chegou bem em casa?" Falei merda. Comi um mig back. Me passa esse back aí. Sempre Caio Fernando Abreu. Muitos livros. Palíndromos, anagramas. Cor e som. Barriga, cadê você, amigo? Seleção no Peru. 2x2. Dá-lhe Conca! Ok, nevermind. Estamparia dia 05/10. Q-Vizu espera um pouquinho. Vamos filmar. Mendigo cínico a ser estrelado. É filosofia. Uma Heinneken! E agora? Lapa, Copa ou pelada com os funcionários? Que bom que você gostou do show, bananica! Virão outros. Tenho um uniforme oficial autografado cheio de beijokas e assinaturas. Topa essa! You are paranoicamente addicted. Baby, don't worry. Praça Seca amanhã. Eu não sou apto. Sou incapaz de servir a nação, eu sei. Teatro contigo, seu boiola. Muitas coisas. Seminário - Piauí lá onde eu estudo dia 05/10. Não consigo me segurar diante de tanta alegria. Morangos Mofados realmente mofados. Uhuuuul! Chocolate meio-amargo roubado. Era belga. Isso por 3 maços de cigarro? Devendra Banhart, Rufus Wainwright, The Raconteurs, The Eels, Legião Urbana... Você vai estar no ponto de ônibus amanhã? Ah, Cachorro Grande, hein? Barbinha escrota. "Beeem bonitinha, olha gente." Você está me fodendo. Vocês. Corte Real completa. Giz. Giz. Você estava lá no stand up japa fast food. Who cares? Vocês são muito bonitos, meus queridos. Chuchu beleza, tomate maravilha. É a última moda.
Bem, é tudo isso e muito mais
Apoptose Circular trata-se de uma morte celular programada, contraditoriamente, sem planejamento prévio e acessível a todos que desejam cometer um suicídio ou enjuvelhecer um pouco a qualquer hora do dia. Prosas, poesias, temas subjetivos, profundos ou corriqueiros darão uma nova tonalidade a sua paleta.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Remoções
Ah, a inauguração. Eis, então, um breve texto que conta uma história trágica enfatizando a raiva e a repugnância, além de tudo, pela letra R em sua aliteração. Vistam-se de marrom para a leitura.
Hasta!
Remoções
Rugidos românticos. Rapaz, rapariga roçando-se, rolando relva reclinadamente rente Roraima. Ralei-me razoavelmente. (Rota de rastro de resto de romã).
Regávamos rosas. Recentemente removeste raízes. Rimas ricas recônditas recitadas. Ralhadas rimas refinadas.
Rei, rainha reinando romances rivais, rancorosos. Reinado’rruinado.
Rasguei ruídos roucos, rebeldes. Rangi refrões. Rock N’ Roll reprimido.
Remoendo raiva restante, rasgaram-se radiantes raios, relâmpagos riscando retinas rubras.
Regime repressor. Respiração, risadas receosas. Reduziste-me, restringi-me. Rogal. Roguei, rezei religiosamente. Ressuscitarei?
Romantismo reverteu realismo. Retive-me...
Relapsos recordados repentinamente. Ranhos, razões, reclamações, respostas ríspidas.
Rumino refil rubro. Rios ruivos remados repetidamente. Raros resgates.
Recebi remédios. Receitaram-me revólveres. Resisti, recusei.
Rosto retratado revela rugas rabugentas. Regresso representado. Rosto rupestre.
Rude rapariga redonda raptou, roeu, roubou Romeu coração.
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